Antes de aprender um golpe, um passe ou um movimento, existe algo que acompanha todas as atividades do Ginga, Garra e Gol – Respeito e Movimento: o respeito.

O projeto, realizado pelo Instituto Olga Kos Brasília, utiliza a prática esportiva como uma oportunidade para que crianças, adolescentes e adultos possam se movimentar, aprender e conviver. Ao todo, são 410 participantes, com e sem deficiência e/ou em situação de vulnerabilidade social, a partir dos 6 anos de idade.

Nas aulas de Capoeira, Judô e Futsal, realizadas em quatro instituições do Distrito Federal, cada modalidade apresenta seus próprios desafios. Mas alguns aprendizados estão presentes em todas elas: ouvir o outro, respeitar os diferentes ritmos, colaborar e entender que cada pessoa tem sua maneira de participar.

No judô, o respeito faz parte da própria dinâmica da modalidade. No futsal, aprender a jogar em equipe exige cooperação e atenção aos colegas. Na capoeira, os movimentos acontecem acompanhados pela música e pela interação com o outro. Em todos esses momentos, o esporte também se torna espaço de convivência.

Por isso, as aulas não são pensadas apenas para desenvolver força, equilíbrio, flexibilidade, coordenação e outras capacidades motoras. A proposta também é oferecer um ambiente seguro e motivador, que incentive a disciplina, a cooperação, a socialização e a cidadania.

É nesse contato entre esporte e convivência que pequenas situações do dia a dia ganham importância. Esperar a vez, ajudar um colega, respeitar uma orientação ou comemorar uma conquista em grupo também fazem parte do aprendizado.

Com atividades na APAE Asa Norte, Ação Social Renascer, Instituto Inspiração e Fundação Sobrevivi, o Ginga, Garra e Gol amplia o acesso ao esporte e cria diferentes espaços para que seus participantes possam desenvolver novas habilidades e experiências.