No Instituto Olga Kos Brasília, o projeto ‘Entre Danças e Cores’ promoverá, a partir deste mês de setembro, a inclusão sociocultural por meio de oficinas de danças populares brasileiras, com ênfase em manifestações culturais como o Baião, Forró, Maracatu e Bumba Meu Boi. O projeto é voltado para pessoas com e sem deficiência, priorizando especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social. 

Com oficinas realizadas semanalmente, é utilizada uma metodologia inclusiva e adaptada às diversas capacidades dos participantes, garantindo acessibilidade e envolvimento pleno. Por aqui, as instituições se tornam palco de diversidade e pertencimento. "A proposta objetiva estimular a expressão corporal, a criatividade, o fortalecimento da autoestima e a construção de vínculos comunitários", ressalta Irís Helena, coordenadora de Artes no DF.

O Instituto Olga é uma instituição sem fins lucrativos que desde 2007 é referência na inclusão de pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade e, chega em Brasília, para nortear a elaboração de políticas públicas e ampliar as práticas inclusivas por meio de projetos nas áreas de esporte, artes e pesquisas. O objetivo é somar aos Brasilienses e levar adiante o desejo de ver um país cada vez mais inclusivo por meio de oportunidades que quebram barreiras sociais.